
Um banco de jardim, ali colocado só para nós olharmos e contar as pedras do muro, as folhas dos ramos, pensar, meditar, aproveitar para colocar a conversa em dia.
Muito havia para dizer deste banco, só que não, está ali sempre só, isolado dos seus outros "irmãos bancos" e a paisagem não ajuda, passam por ti e ignoram-te, desprezam-te, quase como o que se passa com os seres humanos.
Acho que no fundo este banco é tão parecido com a maioria de nós isolado, sozinho, alheado de tudo e de todos.
Um banco também pode ser uma ilha.
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