terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Coisas que me acontecem

 


....velhinhas e pessoas conhecidas com falta de vista no super, logo na entrada e ainda andava á procura dos cestos, sou interpelada por uma senhora idosa, que me pergunta onde estão as fraldas para 28 kg, bom como o expositor de fraldas era ali ao lado, restou-me ver o peso que estava na embalagem, assim que lhas apontei, disse logo é isso, agarrou nelas e ala que se fez tarde, e a criança devia de estar desesperada á espera das ditas.

Ando mais uns expositores  desta vez nas frutas, lá consigo meter meia dúzia de cenouras, vou para o corredor seguinte cumprimento uma senhora idosa e conhecida, que me pergunta pelos cotonetes, okay, nunca comprei cotonetes neste super, e estando nós na secção provável dos cotonetes, procuramos as duas, ela pouco porque não estava em condições de ver muito bem, aqui não é, de repente lembrei-me cotonetes, crianças, ouvidos, é ao pé das fraldas, sim, mas azar dos azares, para pessoas pequenas os expositores altos são uma tortura, é estar em bicos dos pés, esticadinha até ás pontinhas dos dedos e mesmo assim é difícil, mas estava uma senhora por perto, com a altura certa, que logo nos ajudou com o tirar os objectos da prateleira mais alta, novo problema, estes são mesmo daqueles das crianças, nós, a senhora minha conhecida o que precisava era dos outro, dos fininhos, que estavam ao lado,  a senhora da altura certa muito simpaticamente trocou as caixas, ao mesmo tempo da troca dos cotonetes, começamos a ouvir "Nivea", onde está a lata da "Nívea", bom ali tinha a certeza que não era, e lá fomos nós as três, eu, a senhora conhecida e a velhota de bengala à procura da lata, esta foi fácil, é uma das minhas marcas e como tal, aproveitei logo para me despedir da senhora conhecida e andar mais depressa que uma bengala, que estava a pensar quem será a próxima pessoa à procura de alguma coisa que eu talvez saiba ou não?



Vinha eu de regresso a casa e chego   a rotunda, e vejo um rebanho de ovelhas, a passar do outro lado, e não tenho mais nada, paro e dou prioridade ás ovelhas, conduzidas pelo seu pastor de cajado em punho e uns respeitáveis cães. O senhor pastor frente começa a falar para mim e a levantar o cajado, medo, e olho pelo retrovisor a pensar já fazer marcha atrás, mas quando ouço "obrigado", ninguém faz o que você fez, parar para elas passarem, os outros (condutores com tendências ovinas, claro está), atravessam-se no meio delas.

Bom eu tenho muito respeito pelos animais, e meter-me no meio delas, nem pensar, na pior das hipóteses meia volta e por outro caminho.

Será que esses condutores se fossem daqueles bois ali do Barroso, com aqueles corninhos tão atraentes, também se metiam no meio???? Não creio.

 

Animais respeitados, boa acção do dia, e ouvir um obrigado e um elogia, sabe tão bem, faz bem ao ego e alivia a alma.


Ontem fui a uma loja levantar uma encomenda, como estavam clientes a ser atendidos, eu aguardei a minha vez, sem dizer mais nada além do boa tarde inicial. Passado alguns largos minutos (mais de 10 minutos seguramente) a funcionária pergunta:

-Quer alguma coisa??

- Não, estou só aqui a olhar para a sua linda tromba. (em pensamento, que tenho alguma educação)

- Sim, claro que sim, e é bom que se despache, que o calor está-me a custar muitas gotas de suor.

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